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6 erros escondidos na sua obra que a ANVISA não perdoa (e como evitar a interdição).

Sabe aquele calafrio quando a recepção avisa que a fiscalização chegou? Esse medo tem um motivo muito claro. Você sabe que o perigo de verdade não está na pintura descascando ou na lâmpada queimada. O que rende multa pesada e fecha um hospital inteiro fica escondido atrás das paredes.

A Vigilância Sanitária não interdita uma ala porque acordou de mau humor. Eles lacram tudo quando percebem que a obra foi feita por quem não faz ideia de como um hospital funciona. E o fiscal sabe exatamente onde procurar as falhas que colocam a vida do paciente em risco direto.

Se a sua última reforma foi tratada como uma obra comercial comum preste muita atenção no que pode estar errado agora mesmo.

O ar que contamina o corredor limpo

Um centro cirúrgico ou quarto de isolamento precisa de um controle perfeito de pressão. Se o ar condicionado foi mal dimensionado o ar contaminado vaza para as áreas limpas. O risco de infecção hospitalar explode e a fiscalização fecha o setor na mesma hora.

O apagão que o gerador não segura

Imagine a energia cair no meio de uma cirurgia e o painel elétrico não aguentar o tranco. A parte elétrica de um hospital exige sistemas que assumam a carga instantaneamente. Elétrica comum perto de uma UTI é assinar um atestado de interdição.

A falha invisível no oxigênio

Se a rede de gases medicinais foi instalada por quem só sabe fazer prédio de apartamentos a pressão pode cair silenciosamente. Um erro simples na solda dos tubos ou a falta de sensores tira a sua licença de funcionamento no primeiro teste do fiscal.

O cruzamento do limpo com o sujo

Dentro de um hospital um lençol com sangue ou um bisturi usado não pode de jeito nenhum passar pelo mesmo corredor que os materiais recém esterilizados. Parece uma regra óbvia mas é um erro de planta muito comum quando a reforma é feita por quem não entende da área da saúde. Se o projeto da obra não previu corredores diferentes, portas exclusivas para entrada e saída e paredes separando a área suja da área limpa na central de esterilização, a bactéria vai viajar de um lado para o outro. O fiscal só precisa ficar cinco minutos olhando o movimento das macas e dos carrinhos para ver que o fluxo está errado. Quando ele percebe que o limpo e o sujo dividem o mesmo espaço a interdição da ala inteira é imediata por risco biológico.

O acabamento que cria bactérias

Hospital não permite piso com fresta ou parede que não aguenta lavagem com produto químico forte. Tudo precisa ser perfeitamente liso. Se a empreiteira usou material de escritório na sua obra o fiscal não vai deixar passar de jeito nenhum.

O esgoto biológico misturado

A água da pia do cirurgião precisa ser absurdamente limpa. Se a rede de esgoto biológico se mistura com a comum ou se a pressão falha nos momentos críticos a contaminação cruzada é certa.

Qualquer um desses erros significa alas fechadas, pacientes transferidos às pressas e um rombo financeiro gigante. E no fim do dia a diretoria vai apontar o dedo para quem contratou a obra.

Entregar uma área crítica na mão de quem só faz reforma básica é brincar de roleta russa com o seu emprego e com a vida das pessoas.

Hospital exige engenharia hospitalar de verdade. A MFB Engenharia conhece cada regra da ANVISA de olhos fechados.

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