
Em um hospital ou centro de diagnóstico, equipamentos como Ressonância Magnética, Tomógrafos e Raio-X são o coração do faturamento. No entanto, o que muitos gestores ignoram é que esses aparelhos são extremamente sensíveis a qualquer variação na rede elétrica.
Um “piscar” de luz ou uma instabilidade imperceptível para lâmpadas pode ser fatal para as placas eletrônicas de um tomógrafo. Abaixo, explicamos como a MFB Engenharia soluciona as três principais dores que causam prejuízos em centros de diagnóstico.
1. O Perigo dos “Ruídos” na Rede
Equipamentos médicos de imagem trabalham com sinais de baixíssima voltagem para gerar fotos do corpo humano. Se a rede elétrica estiver com “ruídos” (causados por outros motores ou ar-condicionados no prédio), a imagem pode sair com interferências ou artefatos.
A Solução MFB: Instalamos filtros de linha industriais e transformadores isoladores que “limpam” a energia antes dela chegar ao equipamento. Isso garante diagnósticos mais precisos e evita que o exame precise ser refeito.
2. Aterramento Dedicado: Por que o comum não serve?
Um aterramento mal feito é a causa número 1 de queima de placas eletrônicas. Equipamentos de alta tecnologia exigem o que chamamos de baixa impedância. Se houver um surto e a eletricidade não tiver um caminho rápido e livre para o solo, ela retornará para dentro do aparelho, queimando componentes caros.
A Solução MFB: Projetamos e executamos malhas de aterramento específicas, utilizando cabos de cobre nu e tratamento de solo. Medimos a resistência para garantir que o sistema de escoamento de energia seja perfeito, atendendo às exigências dos fabricantes (como GE, Siemens e Philips).
3. A Norma NBR 13534 (Segurança de Pacientes e Equipamentos)
Instalações hospitalares não seguem as mesmas regras de uma casa ou escritório. Existe uma norma específica, a NBR 13534, que exige, por exemplo, o uso de sistemas IT Médico em áreas onde o paciente não pode sofrer choques nem o aparelho pode desligar por uma falha simples.
A Solução MFB: Adequamos toda a infraestrutura — de quadros de distribuição a tomadas — para cumprir rigorosamente as normas de saúde. Isso protege o hospital juridicamente e garante que o seguro cubra qualquer eventualidade, já que a instalação estará certificada por engenheiros.
O Custo do Aparelho Parado
O maior prejuízo não é o conserto, é a agenda parada. Um tomógrafo parado por dois dias devido a uma queima elétrica pode custar dezenas de milhares de reais em exames não realizados.
A MFB Engenharia entrega a estabilidade que o seu centro de diagnóstico precisa para nunca parar.
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